O teu CV é a primeira impressão que uma empresa tem de ti. Não precisa de ser bonito nem complicado — precisa de ser claro, verdadeiro e fácil de ler.
O que um bom CV mostra
Um recrutador passa poucos segundos em cada CV. Ajuda-o a perceber depressa:
- Quem és — nome, contacto (telefone e email que uses mesmo) e cidade.
- O que sabes fazer — as tuas competências e experiência.
- O que já fizeste — trabalhos, estágios, voluntariado ou projetos.
- A tua formação — escola, curso ou certificados.
Estrutura recomendada
- Dados de contacto — nome completo, telefone, email e localização (ex.: Maputo).
- Resumo — 2 a 3 linhas sobre quem és e o que procuras.
- Experiência — do mais recente para o mais antigo. Para cada uma: função, organização, datas e o que fizeste e conseguiste.
- Formação — cursos, graus e certificados.
- Competências — informática, idiomas, e capacidades práticas.
- Idiomas — Português, Inglês e línguas locais, com o nível.
Dicas que fazem diferença
- Usa verbos de ação: "organizei", "atendi", "vendi", "reparei".
- Mostra resultados quando puderes: "atendi 40 clientes por dia", "reduzi erros".
- Mantém 1 a 2 páginas. Menos é mais.
- Revê os erros de português — pede a alguém para ler.
- Usa um email profissional (o teu nome), não apelidos.
Ainda tens pouca experiência?
Não faz mal — toda a gente começa. Valoriza:
- Voluntariado e trabalho comunitário.
- Projetos pessoais e da escola.
- Cursos e formações, mesmo curtos.
- Competências transferíveis: pontualidade, trabalho em equipa, atendimento.
Erros a evitar
- Mentir ou exagerar — nota-se na entrevista.
- Fotografias e informação pessoal desnecessária (idade, estado civil).
- Um CV genérico para tudo — adapta-o à vaga sempre que possível.
Quando estiver pronto, cria e descarrega o teu CV gratuitamente na MozFlex e começa a candidatar-te.